domingo, 3 de julho de 2011

A IMPORTANCIA DA MULHER NA HISTÓRIA DE ISRAEL

INTRODUÇÃO:

ISRAEL É A NAÇÃO QUE VEIO SE FORMAR DEPOIS DO ÊXODO, CONSTITUÍDA PELOS DESCENDENTES DE JACÓ (AS 12 TRIBOS).   

- NARRATIVA: A BIBLIA NASCEU EM UMA ESTRUTURA DE PATRIARCADO/CULTURA PATRIARCAL E FOI ESCRITA QUASE EM SUA TOTALIDADE, NUMA PERSPECTIVA ANDROCENTRICA.
 O TEXTO BIBLICO É UM TEXTO ESTRUTURADO “GENERICAMENTE”. SÃO HOMENS FALANDO DE MULHERES E COLOCANDO SUA PROPRIA VISÃO DE MUNDO NO CENTRO DE CONSTRUÇÃO LITERÁRIA. O PAPEL PUBLICO, RELIGIOSO E SOCIAL DA MULHER É ANALISADO, SEGUNDO DIVERSOS PERIODOS DA HISTÓRIA DE ISRAEL, PELO ESTUDO SOCIOLÓGICOMINORITARIO.
UM EXEMPLO É SOBRE RAABE EM Js 2:1, ALGUNS ESTUDIOSOS CONSIDERAM QUE ELA ERA APENAS UMA HOSPEDEIRA, ALGO COMO DONA DE UMA POUSADA, COM BASE NA RAIZ ZUN = ALIMENTAR E NÂO NA RAIZ ZANÁ = ORIGEM DA PALAVRA ZONA/ PROSTITUIÇÃO. TAMBÉM PODE INDICAR PROSTITUIÇÃO RELIGIOSA. DE CERTO QUE SERIA TANTO ESTRANHO UMA PROSTITUTA NA LINHAGEM DO MESSIAS, O REI DOS REIS, Mt 1.6.

- ATIVIDADES DAS MULHERES NO LAR: USAVAM LAMPADAS DE OLEO DE VARIOS TAMANHOS PARA ILUMINAR AS CASAS. NAS COZINHAS TINHAM MUITOS POTES DE BARRO E PANELAS DE FORMAS E TAMANHOS VARIADOS, DE METAL E DE BARRO. USAVAM PEDRAS POLIDAS PARA A PREPARAÇÃO DOS ALIMENTOS E DO PÃO.

- ATIVIDADES DAS MUHERES FORA DO LAR: A MÚSICA INSTRUMENTAL OCUPAVA UM PAPEL IMPORTANTE NA VIDA DO ANTIGO ISRAEL, HÁ INDICIOS DE MULHERES NAS ATIVIDADES MUSICAIS, EMPREENDIMENTO E NEGÓCIOS.
   
- JUDAÍSMO: SHABAT BASEIA NO DIA DO DESCANSO, SIMBOLO MÁXIMO DO JUDAÍSMO E A VERDADEIRA ESSENCIA DA FÉ JUDAICA Ex 20:11.É UMA CELEBRAÇÃO DA LIBERDADE.ACENDEM NO MINIMO DUAS VELAS SIMBOLICAMENTE PARA ILUMINAR O MUNDO SOMBRIO E PARA LEMBRAR DAS EXPRESSÕES EM Ex 20:8 E Dt 5:12. É A MULHER QUE ACENDE AS VELAS DO SHABAT POR DOIS MOTIVOS:
1- POR COMETER A 1ª TRANSGRESSÃO NO JARDIM DO EDEN, E COM ISTO EXTINGUIU A LUZ DA VIDA HUMANA, COMO UMA FORMA DE EXPIAÇÃO, AFIM DE RESTAURAR O BRILHO ORIGINAL DAQUELA LUZ.
2- CABE A MULHER A RESPONSABILIDADE DE TRAZER PAZ, SERENIDADE E FELICIDADE AO LAR, INICIANDO O SHABAT COMA HONRA CONCEDIDA DE ACENDER A LUZ/VELA.
A IDENTIDADE JUDAICA É HERDADA DA MÃE, DE FATO FILHO NASCIDO DE MÃE JUDIA É JUDEU, É A MULHER QUE DETERMINA A IDENTIDADE JUDAICA, É ELA QUE É RESPONSAVEL PELA EDUCAÇÃO DOS FILHOS, PELA MANUTENÇÃO DO ESPIRITO DO JUDAÍSMO NO LAR, PELA PERPETUAÇÃO DAS TRADIÇÕES.

- A PRIMEIRA MULHER – Gn 2:18  - EVA = VIDA/MÃE DE TODOS OS VIVENTES
DEUS IDENTIFICA-SE COMO AJUDADOR DE ISRAEL – Ex 18:4 E Dt 33.7, COMO AUXILIADORA DO HOMEM, A MULHER TORNA-SE A IMAGEM E SEMELHANÇA DO CRIADOR.
PORQUE ADÃO COMEU DO FRUTO DADO POR EVA?
ADÃO NÃO FOI ENGANADO 1Tm 2:14, A TRADIÇAO JUDAICA EXPLICA QUE FOI POR AMOR E OBEDIENCIA A DEUS.

“A MULHER FOI TIRADA NÃO DA CABEÇA DO HOMEM PARA DOMINAR SOBRE ELE, NEM DOS SEUS PÉS PARA SER SUBJUGADAS, MAS DE PERTO DO SEU CORAÇÃO PARA SER AMADA E POR ELE PROTEGIDA”. (MOODY)




1 – MULHER NO PERIODO PATRIARCAL
ESTAVA SUBORDINADA A JURISDIÇÃO DO PATRIARCA (CHEFE DE FAMILIA, ABRAÃO, ISAQUE E JACÓ OS FORMADORES DO JUDAÍSMO). A POSIÇÃO DA MULHER NÃO ERA NECESSARIAMENTE INFERIOR. COMO DONA DE CASA, MULHER PRINCIPAL E MÃE DE NUMEROSOS FILHOS-HOMENS TINHA UMA IMPORTANCIA INCONTESTÁVEL QUE SE BASEAVA COM A CONTINUIDADE DA FAMÍLIA. UM CONSIDERÁVEL FORTALECIMENTO DO CLÃ QUANTO AO SEU PODER MILITAR E DE SEUS RECURSOS ECONOMICOS NA FASE DO NOMADISMO PASTORIL. TORNAVA-SE DIFICIL A POSIÇÃO DA MULHER QUANDO ESTÉRIL E ALÉM DISSO, COMCUBINA.
O MATRIARCADO É UM TIPO DE FAMÍLIA MUITO MAIS COMUM NAS SOCIEDADES PRIMITIVAS. SUA CARACTERISTICAS NÃO É QUE A MÃE EXERÇA A AUTORIDADE, MAS QUE A DETERMINAÇÃO DO PARENTESCO SEJA POR ELA. A CRIANÇA PERTENCE À FAMÍLIA E AO GRUPO SOCIAL DA MÃE E OS DIREITOS À HERANÇA SE FIXAM PELA DESCENDENCIA MATERNA. O MATRIARCADO É UMA FORMA VINCULADA A CIVILIZAÇÃO DE CULTIVO DE BAIXA ESCALA, ENQUANTO QUE A CIVILIZAÇÃO PASTORIL É PATRIARCAL.

AS MATRIACAS:
SARA (Gn 11 A 25) – É DESCRITA COMO UMA SANTA MULHER DO PASSADO PORQUE CONFIOU NO SEU MARIDO, COOPERANDO COM ELE DE BOA VONTADE. ELA DIVIDIU COM ABRAÃO SEUS DESAFIOS E SOFRIMENTOS, SONHOS E BENÇÃO. SARA NÃO VACILOU, PERMANECEU AO LADO DELE NAS BOAS E NAS DECISSÕES ERRADAS, NA ADVERSIDADE E NA BENÇÃO, NA JUVENTU DE E NA VELHICE. UM EXEMPLO SEGUIDO EM ISRAEL REFORÇANDO O FATO DE QUE DEUS VÊ O CASAL COMO UMA SÓ CARNE.

REBECA (Gn 24 A 27) - É DESCRITA COMO PURA E BELA, CORTÊS, PRESTATIVA, TRABALHADORA, HOSPITALEIRA, RESPONSÁVEL E CONFIÁVEL. MÃE DE ESAÚ DEU ORIGEM AOS EDOMITAS E DE JACÓ, PAI DAS 12 TRIBOS QUE DEU ORIGEM AOS ISRAELITAS.

RAQUEL - UMA PASTORA DEMONSTROU GRANDE LEALDADE A SUA FAMILIA, GRANDEMENTE AMADA POR SEU MARIDO, DEU AO MUNDO DOIS FILHOS QUE SE DESTACARAM JOSÉ E BENJAMIM. POR CAUSA DE SUA ATITUDE EM Gn 31:35 SURGE MAIS TARDE QUE A MULHER MESTRUADA NA LEI EM Lv 15 É DESCRITA COMO IMUNDA. APESAR DE SUAS FALHAS É TIDA COMO UMA HONRADA FILHA DE JAVÉ.

AS ESTERELIDADE DAS MATRIARCAS É UM TEMA COMUM DE GENESIS E REVELA PARA ISRAEL
- OS EFEITOS DO PECADO NO MUNDO DECAÍDO, QUE PODERIAM TER DESTRUÍDO A LINHAGEM GENEALÓGICA FIEL A DEUS.
- A NECESSIDADE DA INTERVENÇÃO MIRACULOSA DE DEUS PARA PROTEGER SEU POVO
- A ESCOLHA DIVINA DA MÃE QUE VAI CONTRA A PRATICA DO ANTIGO ORIENTE PRÓXIMO DE SOMENTE ATRIBUIR IMPORTANCIA AO SANGUE DO PAI. 





2 – MULHER NO PERIODO DO EGITO
A vontade de lutar e de olhar sempre à frente é uma característica feminina única. Demonstraram-no quando, no Egito, repetiram essa atitude no episódio do "Bezerro de Ouro" e durante a construção do Tabernáculo.
Foram também as mulheres judias que sempre demonstraram fé na redenção. Quando tudo parecia sombrio, desesperador mesmo, quando nenhum futuro parecia existir, quando a crueldade da escravidão egípcia fazia com que seus maridos não vissem propósito algum em gerar e criar a sua descendência foram elas que mantiveram acesa a luz da esperança. Enquanto eles, cansados e desanimados, estavam prestes a se render e a se resignar ao destino, elas continuaram a ter fé, acreditando que dias melhores estavam por vir.
O famoso episódio de Miriam, irmã de Moisés, é um exemplo desta particularidade que só as mulheres possuem e que nelas se destaca desde a infância. Durante a escravidão no Egito, o Faraó decretara que todos os varões judeus recém-nascidos fossem atirados ao Nilo. A história judaica conta que diante disso, Amram, pai de Moisés, líder de Israel, separou-se de sua esposa, afirmando que não havia mais motivo para trazer filhos ao mundo se estes iriam ser cruelmente afogados pelos egípcios. O ato de Amram é imediatamente seguido pelos demais homens de Israel. Miriam, a filha mais velha de Amram e Joquebede, na época com apenas 6 anos, ao ouvir a decisão do pai, intervém, dizendo: "Pai, seu decreto é mais severo do que o do Faraó. Ele só castigou os meninos, mas a sua decisão se estende sobre todas as crianças". E termina, profetizando-lhe que ele teria um filho que seria o futuro "salvador de Israel". Convencido pelas palavras da filha, Amram volta para a esposa e seu exemplo é novamente seguido por todos.
Joquebede engravida e, como Miriam predissera, dá à luz a um menino, Moisés. Após três meses, ao saber que os egípcios procuravam seu filho varão, os pais, desesperados, colocam-no em uma cestinha e o deixam ao sabor da correnteza do Nilo. Amram, preocupado com a sorte de Moisés, questiona Miriam sobre a concretização de sua profecia. Ela, porém, não desiste. Cheia de esperança, vigia de longe o irmãozinho. Vê quando Batya, a filha do Faraó, chega ao rio e encontra a cesta com o pequeno Moisés. A princesa resolve adotar o menino e procura uma ama de leite para ele. Prontamente Miriam intervém, mais uma vez, e propõe à filha do Faraó chamar Joquebede. E graças a essa nova intervenção de Miriam, Moisés é amamentado por sua própria mãe - até o dia que é levado de volta ao palácio do Faraó, onde seria criado como príncipe do Egito.
Foi portanto, graças à perseverança, tenacidade e esperança de Miriam, uma menina ainda, que Moisés veio ao mundo e é salvo das águas para se transformar no maior profeta de todas as épocas.
Enquanto os judeus estavam no deserto, o Todo Poderoso ordenou a Moisés para construir um Santuário. Todos os judeus colaboraram, cada um de acordo com suas possibilidades e talentos. Alguns contribuíram com as matérias-primas e metais preciosos necessários à edificação, enquanto outros - sábios artesãos e artistas - trabalharam na própria construção.
A Torá afirma que entre os itens doados havia grande número de jóias que as mulheres cederam espontaneamente e com alegria. Ao solicitar tal contribuição de suas esposas, os maridos acreditavam que elas recusariam, não querendo abrir mão de suas jóias. Baseavam-se, erroneamente, no que havia ocorrido durante o nefasto episódio do "Bezerro de Ouro". Os homens que orquestraram este pecado exigiram que as mulheres doassem seus ornamentos pessoais de ouro para fazer o bezerro. Mas elas se recusaram categoricamente, recusando-se a participar de um ato idólatra. Porém, quando o pedido foi feito visando a construção do Santuário para o Todo Poderoso, elas o atenderam prontamente e com um júbilo genuíno.
Entre os diversos utensílios do Santuário havia um objeto muito especial: o lavatório. Antes de qualquer serviço, os sacerdotes tinham obrigatoriamente que lavar as mãos e os pés, purificando-os. Conforme consta na Torá: "E ele (Bezalel) fez o lavatório de cobre e sua base de cobre com os espelhos das mulheres que se reuniam na entrada da tenda de encontro".
Rashi, o comentarista clássico, enfatiza que enquanto estavam no Egito, as mulheres judias haviam usado esses espelhos para se embelezar. Inicialmente, Moisés hesitou em os usar para a construção do tabernáculo, alegando que eram um instrumento de inclinação para o mal. Mas Deus interveio, ordenando que os aceitasse, com as palavras: "Receba estes espelhos, pois são queridos e preciosos para Mim, mais de que qualquer outra coisa".
Por que aqueles espelhos seriam queridos e especiais para Deus? Foi graças a eles que as mulheres conseguiram conceber milhares de crianças, enquanto estavam no Egito. Durante a escravidão, os homens haviam perdido a esperança. Não mais desejavam viver com as esposas, nem com elas procriar. Mas as mulheres não se deram por vencidas. A história judaica relata, que elas iam ao campo e, após se embelezar diante de seus espelhos, conseguiam encantar os maridos, convencendo-os a trazerem filhos ao mundo. Se não fosse pelo empenho delas, canalizado, de certa forma, por intermédio de seus espelhos, não haveria continuidade para a Nação Judaica. Os espelhos representavam, portanto, esta continuidade. Por isso, Deus ordenou a Moisés que os aceitasse como contribuição feminina à edificação do Santuário, tão queridos eram a Ele.
Por terem demonstrado sua lealdade nessas duas ocasiões, Deus as recompensou com um dia de festividade especial, dedicado somente a elas: o dia de Rosh Chodesh, o início do mês. Consta no Código de Leis - que apenas às mulheres é facultado o costume de realizar trabalhos "pesados". Pelo fato de possuir este espírito particular, somente as mulheres foram recompensadas com o dia festivo de Rosh Chodesh, que representa o renascimento e a renovação.
Foi, portanto, por acreditar que o tabernáculo era, no fundo, símbolo de sua "decadência" espiritual, que os homens não se entusiasmaram em doar seu ouro para construí-lo. As mulheres, no entanto, como vimos acima, despojaram-se pronta e alegremente de suas jóias. Não queriam sucumbir ao desespero. Acreditaram no futuro e, mais uma vez, mantiveram acesa a chama da esperança de um povo outrora escravizado.

3 - MULHERES NO PERIODO DOS JUÍZES E REIS
Esse período registra o mais sombrios da história de Israel, no 1º ciclo o povo de Deus pecava por desobediência e rebeldia em decorrência disso Deus permitia que seu povo fosse oprimido pelos inimigos e mais cedo ou mais tarde o povo acabava clamando ao Senhor e pedindo libertação. Então Deus levantava um libertador militar ou um juiz para resgatar o povo. A maioria dos juízes eram formados por libertadores locais, Israel ainda se constituía uma união de tribos, cujos mandatos ocorriam simultaneamente aos de outros, exceto por alguns como Débora, que foi líder nacional, a quarta e única juíza mulher de Israel. Também conhecida como profetisa, era mulher de coragem, organizou e levantou a resistência contra as investidas religiosas, culturais e políticas dos cananeus.
Antes de Débora exercer sua liderança incomum e de demonstrar sua capacidade de tomar decisões para salvar a nação de dificuldades, ela foi dona de casa, esposa e mãe. Ela tomou iniciativa e colocou-se a disposição, tornando-se vitoriosa ao confiar em Deus e, assim, inspirou outros ao seu redor a terem a mesma confiança.
Rute- A história de Rute acontece em algum momento durante o período dos juízes. Em Israel “cada qual fazia o que parecia direito aos seus olhos” (Jz 17:6). Mas durante aqueles dias difíceis e malignos havia os que seguiam a Deus. Noemi e Rute são belos exemplos de lealdade, amizade e compromisso para com o Senhor e uma para com a outra, fortalecendo os ensinamentos dados por Deus para seu povo.
Ester – De acordo com o ponto de vista tradicional, a importância em Israel sobre o exemplo de Ester é explicar a origem do feriado judaico de Purim, uma comemoração do livramento. Até hoje é lido, desde o começo até o fim, nas reuniões dos judeus como o rito central de observância do Purim. Apesar das mulheres serem isentas da freqüência obrigatória aos cultos, requer-se que estejam presentes para leitura da história que encoraja e renova a esperança dos judeus que desde aqueles tempos até os dias de hoje, vivem longe de Jerusalém.
               
4 – MULHER NO PERÍODO DO NOVO TESTAMENTO
Jesus elogiou as mulheres por sua fé, Mc 7:24-30, e usou muitos exemplos tirado da vida domésticas e do universo feminino em suas parábolas como em Mt 13:33. As mulheres tiveram papel vital no Novo Testamento, sendo ativa e vibrante.
Maria – cuidou de Jesus até a idade adulta, Lc 2:51-52
Suzana – apoiou o ministério de Jesus com suas energias e recursos, Lc 8:1-3
A mulher samaritana – ouviu as Boas Novas aceitou e passou a testemunhar a outras pessoas, Jo 4:28-30
A sogra de Pedro – recebeu Jesus e seus discípulos com hospitalidade, Mc 1:29-31.
Maria Madalena – não abandonou Jesus quando foi rejeitado. Ela foi a primeira pessoa a proclamar a ressurreição, Mt 27:55; Jo 19:25; 20:16.
Depois da ressurreição, as mulheres receberam o Espírito Santo (At 2:1ss, 18),a casa de uma mulher veio ser o centro da igreja em Jerusalém (At 12:12), foi uma mulher a primeira pessoa na Europa a se converter no ministério de Paulo (At 16:14) e na igreja primitiva as mulheres exerciam ministérios importantes (At 21:9).


“Mesmo sem muita ênfase a importância dessas mulheres e de muitas outras que se encontra no silêncio histórico e literal sustentou a esperança e a edificação de um povo chamado Israel”.       
Batista, William. Jan 2011