O alfabeto hebraico é composto de 22 letras, escritas da direita para a esquerda.
O alfabeto hebraico, também conhecido como Alef-Beit, é o utilizado para escrever o hebraico, que é uma língua semítica pertencente à família das línguas afro-asiáticas, mais falada em Israel.
O hebraico (Ivrit) é uma língua semítica pertencente à família das línguas afro-asiáticas. A Torá, que os crentes judeus ortodoxos consideram ter sido escrita na época de Moisés, foi redigida no hebraico dito "clássico".
Embora hoje em dia seja uma escrita impronunciável, portanto indecifrável, devido à não-existência de vogais no alfabeto hebraico clássico, os judeus têm-na sempre chamado de Lashon haKodesh ("A Língua Sagrada").
Por volta da primeira destruição de Jerusalém pelos Bbilónios em 586 a.C., o hebraico clássico foi substituído no uso diário pelo aramaico, tornando-se primariamente uma língua franca regional, tanto usada na liturgia, no estudo do Mishná (parte do Talmude) como também no comércio.
O hebraico renasceu como língua falada no final do século XIX / começo do século XX como o hebraico moderno, adoptando alguns elementos do árabe, ladino, Jiddisch, e outras línguas que acompanharam a Diáspora Judaica como língua falada pela maioria dos habitantes do Estado de Israel.
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